tudo fitado
de olho inchado
chega o verão
passaporte tirado
adeus de antemão
fevereiro é mês de carnaval
juro terei uma solução genial
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Você pisou no meu pé quando foi passar a roleta
Eu te xinguei
Você me empurrou quando foi sentar
Eu te belisquei
Mas quando você passou na minha frente pra descer
Eu te deu um chute na bunda
Eu te xinguei
Você me empurrou quando foi sentar
Eu te belisquei
Mas quando você passou na minha frente pra descer
Eu te deu um chute na bunda
You hit me once, I hit you back
You gave a kick, I gave a slap
You smashed a plate over my head
Then I set fire to our bed
You gave a kick, I gave a slap
You smashed a plate over my head
Then I set fire to our bed
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
vamos indo como podemos
O tríplice mistério do stop
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Para saber o que
Multiplique sua vontade
por qualquer número que venha a cabeça
E divida pelo fator volátil
dos seus proprios sentimentos
Multiplique sua vontade
por qualquer número que venha a cabeça
E divida pelo fator volátil
dos seus proprios sentimentos
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Solidao me ataca
novamente sei que ninguém vai cuidar de mim
que sempre serei só
companhias são passageiras
ou você aprende a viver com essas reviravoltas
ou padece de deseilusão e sofrimento.
novamente sei que ninguém vai cuidar de mim
que sempre serei só
companhias são passageiras
ou você aprende a viver com essas reviravoltas
ou padece de deseilusão e sofrimento.
sábado, 10 de julho de 2010
sob o céu e só
Se chorou saudade ao telefone
Foi um erro
Mas há de ser melhor
(em outra vida)
bastaria.
Foi um erro
Mas há de ser melhor
(em outra vida)
bastaria.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Entre grades há um céu
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partida nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partida nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
Entre grades há um céu
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partido nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que ainda vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partido nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que ainda vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A história do novo morador que velho ficou
O novo morador velho ficou
e lamentou a partida
de quem ainda nem as malas arrumou.
e lamentou a partida
de quem ainda nem as malas arrumou.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Fico pensando que ninguém se cura de nada nunca. E a dor são os poros por onde transpira a escrita. Tudo sobra em mim, e ao mesmo tempo não há nada em mim. Sofro de nada, e de ninguém.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
As coisas que quero
não têm peso,
massa,
ou volume,
nem ao menos aparência.
Não têm cheiro,
tamanho,
textura
ou cor.
Apesar disso,
têm um enorme valor.
não têm peso,
massa,
ou volume,
nem ao menos aparência.
Não têm cheiro,
tamanho,
textura
ou cor.
Apesar disso,
têm um enorme valor.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Esteve com fome
Esteve gripado
Esteve arrependido
Esteve atrasado
Esteve com a calça suja
Não lavou
NÃO LAVOU
Reusou
Esteve gripado
Esteve arrependido
Esteve atrasado
Esteve com a calça suja
Não lavou
NÃO LAVOU
Reusou
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Eu não quero ser hermético
Eu não quero ser enformado
Quero você do meu lado
Em todas as palestras daqui pra frente
Eu não quero ser enformado
Quero você do meu lado
Em todas as palestras daqui pra frente
quarta-feira, 5 de maio de 2010
quando eu chego em casa nada me consola
você está sempre aflita
lágrimas nos olhos, de cortar cebola
você é tão bonita
você está sempre aflita
lágrimas nos olhos, de cortar cebola
você é tão bonita
Cada vez mais melancolia
Melancolia?
Nem me vi escrever esta palavra
Palavra Radiohead
Radiohead é bom
Melancolia é péssimo
Tenho vontades de vomitar e chorar minuto a minuto
Como se cada minuto fosse uma energia a mais para eu continuar melancolizando
Melancolia?
Nem me vi escrever esta palavra
Palavra Radiohead
Radiohead é bom
Melancolia é péssimo
Tenho vontades de vomitar e chorar minuto a minuto
Como se cada minuto fosse uma energia a mais para eu continuar melancolizando
22:22
Gol
Muitos gritos, nenhum fogo
22:23
Fogos. Muitos fogos
E muitos gritos ainda
O jogo acabou
E nada mudou na minha vida
Gol
Muitos gritos, nenhum fogo
22:23
Fogos. Muitos fogos
E muitos gritos ainda
O jogo acabou
E nada mudou na minha vida
Releio cartas e dedicatórias de livros
Olho pro alto
E penso no meu novo amor
Será que eu viajo em dezembro ou em janeiro?
Já conheço toda essa matéria
e ainda assim estou aqui
e ainda assim estou assim
Subo a ladeira olhando pra baixo
E durante os vastos intervalos
Leio um livro que não foi o que você me deu
Olho pro alto
E penso no meu novo amor
Será que eu viajo em dezembro ou em janeiro?
Já conheço toda essa matéria
e ainda assim estou aqui
e ainda assim estou assim
Subo a ladeira olhando pra baixo
E durante os vastos intervalos
Leio um livro que não foi o que você me deu
meu sorriso de dentadura
alegra o redor
meu perfume de detergente
inunda a sala de estar
e minha vasta cabeleira
roça no seu queixo
te fazendo
grunir
alegra o redor
meu perfume de detergente
inunda a sala de estar
e minha vasta cabeleira
roça no seu queixo
te fazendo
grunir
terça-feira, 4 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
É preciso que ela morra de felicidade
Ou que mude de sapatos
É preciso que ela desabe sob as flores
Mude de cor
Je vais jouer au docteur
Ou que mude de sapatos
É preciso que ela desabe sob as flores
Mude de cor
Je vais jouer au docteur
domingo, 11 de abril de 2010
céu atruísta
Solidária
Pessoa que avisa quando pratica altruísmo
Conta um rosário de idades que ainda lhe sobram
É cristã
Tem medo da morte (e há motivos para isso)
Ainda acredita que é candidata a morar no céu
Pessoa que avisa quando pratica altruísmo
Conta um rosário de idades que ainda lhe sobram
É cristã
Tem medo da morte (e há motivos para isso)
Ainda acredita que é candidata a morar no céu
mosca de gênero
Falas soltas
Procuro algum nexo nesse contexto discursivo interno
Extremamente individual
Abro a boca
Engulo doses soníferas repletas de enunciados
Será que ela deveria estar aqui?
Será que eu deveria estar lá?
Procuro algum nexo nesse contexto discursivo interno
Extremamente individual
Abro a boca
Engulo doses soníferas repletas de enunciados
Será que ela deveria estar aqui?
Será que eu deveria estar lá?
quinta-feira, 4 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro, de passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho, de perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego
Medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ódio ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina, o medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de iludir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amar por aquilo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo! Que dá medo do medo que dá!
Lenine
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro, de passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho, de perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego
Medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ódio ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina, o medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de iludir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amar por aquilo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo! Que dá medo do medo que dá!
Lenine
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
vastas lembranças passam
e pensamentos imperfeitos não se renovam
quando o que acordo vejo é seu rosto
sereno marcado pelo travesseiro
e pensamentos imperfeitos não se renovam
quando o que acordo vejo é seu rosto
sereno marcado pelo travesseiro
ontem eu olhei pra baixo e vi
escrito na sola do seu pé
que se você tivesse que caminhar
seria só pra me encontrar
na metade do caminho
escrito na sola do seu pé
que se você tivesse que caminhar
seria só pra me encontrar
na metade do caminho
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Poema de amor
O amor é coceira
Dentro do nariz
É esperar chegar
É esperar ir
O amor é dor no estômago
De ver sorrir
De ver mentir
O amor é vontade e desvontade
É acreditar e aguardar
É perder o ônibus e pegar um atalho
O amor dói e refresca
Dá vontade e preguiça
Cansa de errar
Gosta de acertar
Não deixa de acreditar
O amor é filme
O amor é coceira
Dentro do nariz
É esperar chegar
É esperar ir
O amor é dor no estômago
De ver sorrir
De ver mentir
O amor é vontade e desvontade
É acreditar e aguardar
É perder o ônibus e pegar um atalho
O amor dói e refresca
Dá vontade e preguiça
Cansa de errar
Gosta de acertar
Não deixa de acreditar
O amor é filme
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
domingo, 10 de janeiro de 2010
Ela dança na sala vazia
Ela não tem ninguem que lhe convide um passo
Ela surfa nas nuvens no céu
Ela não tem ninguem que não tema afogar-se em felicidade
Ela canta a própria poesia
Ela não tem ninguém que entenda a melodia da voz
Ela dorma sozinha
Ela não tem ninguem que lhe caiba na mão
Ela não tem ninguem que lhe convide um passo
Ela surfa nas nuvens no céu
Ela não tem ninguem que não tema afogar-se em felicidade
Ela canta a própria poesia
Ela não tem ninguém que entenda a melodia da voz
Ela dorma sozinha
Ela não tem ninguem que lhe caiba na mão
Distraidamente

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