Entre grades há um céu
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partida nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Entre grades há um céu
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partido nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que ainda vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
Ele chama para um vôo quente
Com ponto de partido nas velhas lembranças
Novas, nascentes para o próximo que ainda vem
A grade faz sombra
Na luz que aponta vôo e mostra o chão
Deixaremos sombras
Para quem quiser sentir algo
Ou tentar vida nova.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A história do novo morador que velho ficou
O novo morador velho ficou
e lamentou a partida
de quem ainda nem as malas arrumou.
e lamentou a partida
de quem ainda nem as malas arrumou.

