terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fecho os olhos sinto
As paredes do meu quarto
Sinto seu cansaço
Sinto sua respiração
Não diga que fui eu que voei
De colchão em colchão chego a conclusão
Meu lar é no chão.
Ana era linda. Tinha os olhos saltados e a boca rasgada como uma fenda.
Mesmo pequena ocupava todos os espaços. Ela era linda e triste. Profundamente triste apesar da alegria rubra. Ela era grande. Grande como são as estrelas. E até podia ser feia. E era. Ela era linda e tão linda que um dia caiu de bruços e um brutamontes lhe comeu o cu.
la vie en close
c'est une autre chose
c'est lui
c'est moi
c'est ça
c'est la vie des choses
qui n'ont pas
un autre choix
pensamento chão é poema que nasce no pé
poema de pé no chão é poema de gente normal
La lamentation de la solitude de cette nuit
c'est comme dimanche